terça-feira, 18 de março de 2014

Esse danado chamado "amor".

Pois bem, me pego, mais uma vez, questionando as facetas do amor. 

Quando começa?
Quando se torna inabalável?
Será que eterno ou se finda?

Muitos questionamentos, pouquíssimas respostas. 

Será coisa pra psicólogo?
Talvez um filósofo?

Um cético diria que foi algo inventado por algum capitalista para adquirir lucros. 

E depois de tanto pensar, questionar e divagar... Resolvi colocar aqui a minha forma de desmascarar o "amor"...

Já é amor quando você dá o primeiro passo, sem medo do que o outro vai pensar...

Já é amor quando você decide arriscar, mesmo que já tenha se decepcionado por demais.

Já é amor quando mesmo querendo partir, você resolve ficar e ver no que vai dar.

Já é amor quando um simples beijo na testa te remete aos tempos de criança onde sua maior insegurança era o bicho-papão debaixo da cama.

Já é amor quando o colo do outro se torna seu refugio, seu céu.

Já é amor quando você descobre que pode ser muito mais atrevida do que um dia supôs conseguir.

Já é amor quando uma mordida se torna forma de carinho e o carinho dá lugar aos puxões de cabelo.

Já é amor quando você decide parar de jogar e decide falar.

Já é amor quando o orgulho que outrora era sua maior arma, já não tem mais sentido. O que importa é ceder a reconciliação, mesmo que para isso tenha que "dar o braço a torcer".

Já é amor quando os minutos longe da pessoa amada se tornam eternas... e as horas ao lado dela passam como milésimos de segundos.

Já é amor quando você consegue olhar nos olhos e dizer... por ela eu mudaria todos os meus planos.

Já é amor quando você resolve colocar num blog tudo o que você gostaria de dizer a ela, mas tem medo dela achar brega demais. 

Enfim, já é amor quando no dia que se completam um ano e oito meses de namoro, você se sente como um menino que ganhou seu primeiro beijo escondido dos pais.

E, depois de tudo isso... eu concluo que:
Viver de amor é imensamente mais alucinógeno do que o medo de conhecê-lo.