quarta-feira, 30 de maio de 2012

Eu que não sei nada do amor

Há algum tempo venho querendo escrever sobre o amor. Mas, o que dizer a respeito de um sentimento tão intenso? Sentimento esse, que leva pessoas a matarem e até mesmo morrerem em seu nome? Pois então, li alguns livros, ouvi canções de Chico Buarque - que pra mim é um profundo conhecedor do amor - pensei, busquei no fundo do meu âmago e, nada! De tanto pensar, cheguei a seguinte conclusão: Eu não sei nada sobre o amor! Triste isso, não é? 
Bem, também não quer dizer que eu nunca tenha amado. Já amei, sim. Bastante. Até mais do que devia, creio eu. Me lembro bem do meu primeiro amor. Fecho os olhos e posso reviver cada momento, cada lágrima derramada, cada palavra mal dita. Enfim, apesar de ter sido avassalador, não durou muito. Cansei de amar sozinha. Engraçado, não?. Já ouvi dizer que amor é doação. Então, por que não consegui amar sozinha? Será que não era amor? Ah, deixa pra lá. Talvez não tenha sido mesmo. 
Também já confundi carência com amor. Essa, me amou incondicionalmente, só que aí, foi a minha vez de não retribuir. Pelo menos, não dá maneira como ela queria.O tempo foi passando e eu ainda sem entender nada sobre esse tal de - amor -. Putz?! Por que será que não consigo compreender um sentimento tão puro e nobre? Jesus pregava o amor aos quatro ventos. Até morreu por ele. E eu, nada! Um mistério sem fim. 
Foi aí que o destino me apresentou alguém. Alguém que mudaria tudo. Alguém por quem eu seria capaz de mudar todos os meus sonhos só para construirmos novos sonhos juntas. Era tudo maravilhoso. Entre aspas, né? Nada é tão perfeito assim. Mas eu me sentia completa. Pela primeira vez estava amando e sendo amada. Me alegrava saber que eu tinha aprendido o que era o amor. Só que, numa noite de primavera, ela - minha amada - colocou tudo a perder. Me disse "adeus". Não porque não me amava, mas porque sentira desejo por outra pessoa. Diabos! Mas não dizem por aí, que quando se ama, só se têm olhos para o ser amado? Que merda! Voltaria à estava zero novamente. Tudo não passou de uma ilusão. Ela se foi e levou consigo todas as minhas convicções à respeito do amor. 
Bem, depois dessa, já estava a ponto de desistir. Só que aí veio o "amor virtual". Ah, o amor virtual! Intenso como eu adoro ser. Misterioso, apaixonante, vivo, real! Durou pouco, não mais que alguns meses. Mas o suficiente para ser lindo, mágico e deixar saudades. 
Minha última aventura na busca de compreender o amor veio com uma pessoinha deliciosamente estranha. Não estranha no sentido ruim da palavra. Mas, estranha no sentido de intrigante. Nunca sabia se me amava, ou se me odiava, se me queria por perto, ou se queria que eu sumisse de vez. Ótima com as palavras, inteligentíssima. Me fez voltar a ler, a escrever. Coisas que há muito eu havia esquecido. Só que, com essa, não foi amor. Bem, acho que foi sim - amor fraterno - faltou o amor carnal. E sem ele de nada adianta amar.  
Pois bem, essa é minha estória na busca de entender o amor. Creio eu que nada descobri. O amor ainda é uma incógnita para mim. Dizem até que ele foi criado pela sociedade consumista! Sei lá? Vai saber? 
Talvez, não saiba nada sobre o amor, por medo. Medo de descobrir e me ver presa, enraizada a um sentimento tão sublime e ao mesmo tempo tão demoníaco. 
Ah! Estou confusa agora. Não sei o que dizer, muito menos o que escrever a respeito do amor. No fundo, creio que ele nem foi feito para ser entendido. Quem sabe, ele não está aí simplesmente para ser sentido? Certamente, creio que só saberei essa resposta no dia em que fechar os meus olhos pela última vez. Aí sim, creio que terei aprendido o verdadeiro significado da palavra AMOR!

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Encanto!

Ontem, enquanto conversávamos, ela veio com a seguinte pergunta: _O que está rolando entre a gente? Bem, confesso que já tinha me feito essa pergunta antes, mas não consegui chegar a uma resposta concreta. Não estou apaixonada, mas também não a vejo só como uma amiga. Não a amo, mas também não é alguém que seja indiferente. Sinceramente, não sei o que dizer a respeito do nosso envolvimento. Ela também está nessa, sem saber direito o que dizer. Num dado momento ela encontra a palavra, Encanto. Sim! É isso. Estamos encantadas uma pela outra. Nos encantamos com o nosso primeiro beijo (ah, que beijo!). Nos encantamos com nossos gostos musicais. Nos encantamos todas às vezes que ficamos tímidas. Nos encantamos sempre que nos faltam palavras para expressar nossas sensações... Estamos assim, encantadas. Também nos encantamos com a nossa química, com nossos sarros. Encantamos com nossas mensagens, nada românticas, mas que nos fazem ficar sem ar. Nos encantamos com as trocas de olhares, com os suspiros, com os abraços. E nos encantamos mais ainda quando nossos corpos se repousam depois de um clímax. Enfim, essa é mesmo a palavra - encanto -. Saber o que irá acontecer amanhã, não sabemos. E nem queremos saber. Queremos mesmo é viver o momento, o agora. Desfrutar de cada sorriso, cada palavra, cada gesto de carinho. Está tudo tão bom assim! Deixemos pra pensar no amanhã quando ele chegar. E espero que, quando ele chegar, que venha com muito mais encantamentos. L

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Funeral

Não te espero chegar. Não mais. Esperei muito. Tanto, que meus dias só se resumiam à hora em que eu deixasse meu trabalho e você estivesse na porta a minha espera. Pois é, isso não acontece mais. Não procuro mais saber como foi seu dia. Muito menos, se dormiu bem ou, se teve pesadelos. Hoje não leio mais as suas declarações de amor. Você já não é mais a pessoa que penso ao deitar e ao amanhecer. Não ouço nossa canção. Aliás, acho que nunca tivemos uma em específico, eram tantas. Pois bem, ainda escuto todas aquelas canções, mas você não me vem mais à memória. Meu corpo já não contêm mais as suas digitais. Seu gosto deu lugar a outro mais picante. Isso sem falar do seu perfume, esse se exalou de vez. Não choro mais. Nem mais sorriu quando te vejo passar. Meus desejos mais íntimos já não mais te pertencem. Tudo se foi como num passe de mágicas. Não que tenha sido fácil. Não foi mesmo. Mas, nada como o nosso bom e velho amigo tempo. Ele, o detentor de toda a sabedoria, soube fazer com que você simplesmente desaparecesse. É estranho pensar que todo aquele fervor, toda aquela paixão desmedida,  viesse acabar assim. Fazer o quê? A escolha não foi minha. Eu apenas não relutei. Deixei que você seguisse seu caminho em busca de algo que eu não poderia lhe dar. Talvez tivesse dado até mais do que você suportasse receber. Vai saber? Mas, enfim, acabou. E acabou de vez, sem deixar cicatrizes, nem mágoas e, muito menos, raízes. Acabou da forma mais intensa que existe. Nada de reticências nem ponto-e-vírgula. Sucumbiu. Como um milharal em chamas. Nada de nada sobrou. Não sei dizer até que ponto isso é bom ou ruim. Só sei que foi necessário. Só assim, meu coração poderá abrir-se novamente para outro alguém. Só assim, poderei fazer dos meus dias algo menos melancólico do que a espera. Esperei você chegar. Esperei até o dia em que você chegou e eu percebi que você já tinha partido

terça-feira, 22 de maio de 2012

Impudico

Ando tão sexual ultimamente. Não consigo pensar em nada que não seja relacionado a sexo. Mas entenda, não falo daquele sexo romântico, cheio de meiguices e ternuras. Falo do sexo carnal. De pele. Feito, puro e simplesmente, por desejo. É, ando muito perversa ultimante. Quero aquele sexo avassalador, com  palavras chulas e gritos ensurdecedores. Quero o sexo com arranhões, mordidas e puxões de cabelo. Nada de palavras doces ou gemidos tímidos. Quero tudo escancarado. Tudo muito. Muitos beijos, muito suor, muitos gritos. Quero o cheiro forte espalhado pelo quarto. Não aquele cheiro de rosas que costuma ficar no ar. Hoje eu tô preferindo a promiscuidade. Cansei daquele jeito carinhoso, daquela forma sutil de se amar. Quero ser a dama da noite. Aquela que exala sexualidade por onde passa. Que seduz apenas com o olhar. E que adora ser vista como profana. Quero sexo casual, sem hora marcada. Bastante libidinoso. Quero domar e ser domada, tudo ao mesmo tempo. Quero mastigar a carne e matar a sede com o líquido daquele corpo insano. Quero tudo e mais um pouco. Nossos corpos deslizando sobre o chão. A saliva, o suor, o gozo. Nada de vento ou frigidez. Quero carne. Quero fervura. Quero paixão. Quero o sabor da boca. A rigidez dos membros. O amargo do gozo. A voracidade do clímax. Quero dedos, mãos, língua. Como disse; quero tudo. Tudo e mais um pouco. Enfim, não entendo porque estou tão despudorada. Ah, sei lá. Talvez seja porque tenho andando com pessoas que fazem a minha mente viajar pelo pecado. Pelo proibido. É, é isso. É você que está fazendo isso comigo. É você que me faz não pensar em mais nada, a não ser no nosso sexo. Ah, e quer saber? Eu tô adorando tudo isso, viu? Pode vir. Vem logo. Vem do jeito que for. Nua e crua. Devassa e insana. Vem, que é assim que eu te quero. Completamente minha. Mesmo que só por um instante.  

Volúpia

O dia seguia tranquilamente. Não, minto! Estava mais colorido que os dias anteriores. De repente, me vem à mente aquela voz. Sensual e provocante. Resolvo dizer isso a ela. E pronto! As mensagens começam a brotar em meu celular. Cada uma mais excitante do que a outra. Ela parecia estar bastante envolvida naquela situação. E eu já não podia controlar minhas "caras e bocas". Era um misto do desejo e do proibido. Afinal, não estava sozinha naquele ambiente. O frio que fazia naquela tarde deu lugar ao calor intenso vindo de dentro. Mais especificamente, por entre as minhas pernas. As mensagens continuavam. Ela, me desejava. E eu, estava lá. Com certeza estava. Não em corpo físico, mas em pensamento. Estava ligada à ela por uma energia cósmica sem explicação. Ela diz não aguentar. Ah sim! Quer se entregar àquela viagem louca, profana e deliciosamente safada. Posso escutar os gemidos e sussurros vindo daquele quarto. A cada mensagem a excitação só aumenta. E, mutualmente, minha vontade de deliciar com aquele gosto agridoce. Ah! Aquele beijo! Encaixe perfeito. Nesse instante, ela não se segura e se toca. Faz de seus dedos, minha língua. Se entrega, literalmente. E eu, enlouqueço do outro lado da linha. Quanta volúpia. Quanta libertinagem. E nesse êxtase - o gozo -. Ela  me provoca pedindo para eu sentir o quão quente está. Eu, arrepio inteira. Sinto meu líquido molhar minha lingerie. Ela, exausta! Ah, garota! Me atiça, me enlouquece, me despudora. E no fim, com aquele jeitinho mais doce, se recompõe e volta a ser aquela menina tímida e angelical.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

E o amor, cadê?

Meu coração anda vazio. Não que ele esteja completamente vazio. Não é isso. Lá estão; minha família, meus amigos, meus bichos, meus cantores favoritos... Digo isso porque está faltando "aquele amor" - O amor que pra alguns é puramente comercial, mas que para mim, é vital -. Triste não? Eu acho. Tenho amor de sobra aqui dentro, sabe? Me dói saber que esse amor não está sendo desfrutado por alguém. Não gosto do fato de ouvir uma bela canção e não ter em quem pensar. Olhar para um botão de rosas e não ter a quem oferecer. Gosto desse lance de sentir saudade. De ficar com aquela dorzinha no peito quando ela demora a ligar. Ou simplesmente, ler e reler uma mensagem só pra sentir aquele gostinho de felicidade no ar. Gosto daquela sensação de "borboletas no estômago" ao ouvir uma voz doce e apaixonante. Sinto falta de tudo que só o amor pode proporcionar. Sinto falta até do ciúmes. Da insegurança. Daquela sensação estranha quando ela conversa com uma ex. Ah! Sinceramente, amar é muito bom. E eu me sinto impotente por não ter quem amar. Parece que não estou cumprindo bem o meu papel de ser humano. Parece que a vida está passando em brancas nuvens. Eu necessito amar. Mas quem? Cadê "aquela pessoa"? Aquela por quem você deixaria de assistir ao show da sua banda preferida só para ficar cuidando de um resfriado dela. Que você se sentiria repleta pelo simples fato dela ligar no meio da tarde dizendo que te ama. Cadê você minha flor, meu bebê? Em que vagão de trem noturno viajarás? Pode vir, estou a sua espera. Mas, não demora muito, tá? A vida da gente é um sopro. Amanhã talvez eu já não esteja mais aqui. E comigo só restará aquela sensação de ter fracassado. 

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Transcender

Fazia uma noite bastante quente. Dessas que a gente pensa em colocar um balde gelo sobre os lençóis pra ver se, pelo menos alguns minutos, nosso corpo para de transpirar. Resolvi sair por aí. Caminhar um pouco. Quem sabe, a brisa daquela noite quente de verão, não me faria esquecer você. Fui andando sem rumo. E, ao mesmo tempo, com rumo certo. Meus passos me levavam até você. Ouvia a nossa música - Glory box (Portishead) - Ah, como era gostoso caminhar e lembrar dos nossos momentos! Nossos corpos entrelaçados entre gozos e sussurros. E quanto mais eu caminhava, mais minha pele transpirava. E quanto mais eu pensava, mais excitada eu ficava. Já era possível sentir o cheiro do nosso sexo. Minha calcinha já se encontrava bastante molhada. Continuei. Cheguei até sua casa. Não sei por qual motivo, a porta se encontrava entreaberta. Talvez você tenha pressentido que iria te visitar aquela noite. Fui subindo as escadas bem devagar. A cada degrau minha ansiedade só aumentava. Podia sentir o suor escorrendo pelas minhas costas. Minha pele arrepiava. Meu corpo clamava por teus beijos. Cheguei em seu quarto. Abri a porta vagarosamente. Que visão esplendorosa! A única luz que estrava era o trepidar de uma vela vermelha. Ali estava você - NUA - completamente nua. A pele alva. Branca como a neve. Cabelos soltos. Bem negros. Perdi a noção do tempo em que fiquei ali te observando. Olhava cada detalhe, cada curva. Seus seios enrijecidos. Tudo era tão belo e puro. Uma ninfeta. Virgem e casta. Cheguei mais perto. Toquei sua pele, ela se arrepiou. Os seios ficavam cada vez mais pontiagudos. Beijei seu colo. Você deu sinais de que acordaria. Mas voltou a dormir, profundamente. A esse momento, já não podia conter os estímulos do meu corpo. A minha única vontade naquele instante era sentir o seu líquido, quente e delicioso. Minhas mãos escorregaram por entre suas pernas. Meus dedos se envolveram naquela lubrificação. Penetrei. Levei meus dedos até minha boca. Gosto de néctar. Agridoce. Estava sedenta por seu gosto. Me ajoelhei e me pus a te sugar. Minha língua deslizava pelos seus orifícios. Aquele gosto era viciante. Movimentos intercalados. Indo e vindo. Subindo e descendo. A cada minuto seu clitóris se tornava mais rígido. Já não sei se dormia ou se fingia dormir. Isso não importava. Queria me deliciar. Abusar de você. Tirar sua castidade. E assim, continuei. Língua, saliva, gozo. Prazer, excitação, tara. Penetrei mais uma vez, não com os dedos, mas com boca e tudo.Senti suas pernas se contorcerem, seu corpo estremecer. O silêncio do quarto foi interrompido por um gemido ensurdecedor. Seu gosto ficou mais intenso. Você me agarrou com toda força. Era o ápice daquela noite. Um gozo insano e surreal. Enlouquecedor. E foi nesse instante que as luzes se acenderam e só pude sentir o doce cheiro de sexo findo do quarto ao lado.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Incógnito

Se eu não te amo mais, por que ainda procuro notícias suas?
Explique-me por que você ainda é a última pessoa que penso quando me deito? 
E que sempre invade meus sonhos? 
E que sempre me aparece pela manhã?
Se eu não te amo mais, por qual motivo vasculho sua vida?
Por qual motivo ainda te espero chegar?
Por qual motivo gostaria que seus textos fossem para mim?
Se eu não te amo mais, por que ainda não rearrumei as gavetas e joguei tudo fora?
Por que será que é você que vem à minha mente sempre que ouço uma bela canção?
Por que será que sinto ciúmes?
Por que será que sinto tanto sua falta?
Por que meus ouvidos ainda insistem em escutar o doce som da sua voz?
Que raios está acontecendo comigo?
Se eu não te amo mais, não era pro meu corpo te desejar tanto.
Não era pra meus lábios sentir o gosto dos seus beijos.
Muito menos sentir um frio na barriga todas às vezes que olho para uma foto sua.
Não! Está tudo errado! Eu não te amo mais! Ou será que ainda amo?

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Pra que querer saber o futuro, se o mais interessante da vida é justamente a incerteza do por vir.

Zefinim!

- A Morte - 
Desconheço pessoa mais sacana que essa tal de morte. Ela aparece assim; do nada; sem quê nem pra quê. Nos deixa sem palavras, sem ação. Não queremos olha-la de frente. Só que ela é má, já chega te intimando, com uma autoridade tamanha que nos causa pavor. E é desse jeito, não abre precedentes nem para uma negociação do tipo; Tudo bem! Pode me levar hoje, mas amanhã você me deixa voltar? Que nada! Com ela não tem argumentos. Quando aparece é instantâneo. Acabou! Mas, como assim? E os meus compromissos de amanhã? E os e-mails que deixei para responder um pouco mais tarde? Ah! Queria tanto saber como termina aquele livro que estou lendo. Sábado tem o aniversário da Michele, esperei tanto por esta festa. São 50 anos, minha cara! Putz! Acabei de me lembrar... não disse Eu te amo para minha companheira hoje. Não quis acorda-la. Estava dormindo tão profundamente! Ah não!!! Protesto!!! Não pode me levar agora! Que merda! Por que eu? Escolhe outro; mais velho, menos feliz... E você usa de todos os argumentos e nada! Okay! Desisto! Entrego os pontos! Creio que esse seja o único momento de nossas vidas que o melhor é desistir. É se entregar ou se entregar. É engraçado, não é? Não pensamos sobre ela, mas ela chega. Será que se pensássemos seria mais fácil aceitá-la? Creio que não. Enfim, como dizem; ela é a única certeza que temos. Então, vamos dar valor a cada segundo, a cada sorriso, a cada abraço e aperto de mão. Vamos dar sentido à nossas vidas. Daqui  a alguns segundo tudo isso - que não sabemos valorizar - pode se esvair. E aí, meu caro, será tarde demais.